Imagem por:Rovena Rosa/Agência Brasil

Uma pessoa continua desaparecida em Ubá

A Polícia Civil de Minas Gerais informou que as buscas por vítimas das chuvas em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, estão encerradas. O corpo do último desaparecido, o menino Pietro, de 9 anos ,foi localizado na noite de sábado (28), no bairro Paineiras.

O número de mortos em decorrência das chuvas chegou a 72 na manhã deste domingo (1º), segundo atualização da Polícia Civil do estado. Ao todo, 72 corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML), sendo 65 de Juiz de Fora e de Ubá. Uma pessoa continua desaparecida em Ubá, onde as buscas serão intensificadas.

A equipe da Agência Brasil esteve em Juiz de Fora na última sexta-feira (27). No bairro Paineiras, área de classe média com casarões antigos e prédios residenciais, moradores seguiam fora de casa após o deslizamento de terra que atingiu imóveis na noite de segunda-feira (24). A Defesa Civil orientou a retirada das famílias diante do risco de novos desmoronamentos, especialmente pela instabilidade na encosta do Morro do Cristo.

Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - Deslizamento de terra do Morro do Cristo, ocorrido durante a tempestade de segunda-feira, 23 de fevereiro, no Bairro Paineiras. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Deslizamento de terra do Morro do Cristo atinge o Bairro Paineiras, em Juiz de Fora – Foto Rovena Rosa/Agência Brasil

O engenheiro civil Guilherme Belini Golver, atualmente desempregado, mora em um casarão na rua atingida, onde vive com os pais. Ele não estava em casa no momento do deslizamento, mas percebeu a gravidade da situação ainda durante o temporal : “Quando eu saí, já havia muita água, parecia um rio, de cor assim, amarronzada. Tava igualzinho um rio”, relatou. Guilherme saiu por volta das 22h10 para buscar a filha na faculdade. Cerca de 20 minutos depois, recebeu a ligação de um vizinho: “Quando ele chegou aqui fora, já estava essa tragédia toda. A terra invadindo a casa, dentro do portão, da garagem.”

Desde então, a família não pôde permanecer no imóvel.

“A Defesa Civil pediu para a gente sair porque não se sabe a gravidade, né? Não sabe se pode vir mais alguma coisa lá do Morro do Cristo.”

Ele tem retornado apenas para tentar limpar a lama e vigiar o imóvel, que ficou vulnerável após o impacto da terra : “Limpar, tentar acabar com esse lamaçal. E também ficar de olho na casa, que ficou vulnerável. Ficou aberta, a gente perdeu a tranca.”

O engenheiro lembra que, há cerca de 40 anos, pequenas pedras deslizaram da encosta, o que levou à instalação de contenções. “Mas isso há 40 anos, não foram pedras grandes. Foram pequenas”.  Apesar da experiência passada, ele admite o receio de novos episódios. “A cabeça da gente fica meio preocupada, aquele medo de acontecer de novo.”

Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - Deslizamento de terra do Morro do Cristo, ocorrido durante a tempestade de segunda-feira, 23 de fevereiro, no Bairro Paineiras. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Casas e apartamentos são atingidos por deslizamento de terra do Morro do Cristo no Bairro Paineiras, em Juiz de Fora – Foto Rovena Rosa/Agência Brasil

Na mesma rua, um policial penal que morava ali há cerca de quatro meses, morreu durante o deslizamento. A poucos metros do casarão de Guilherme, três prédios residenciais alugados por uma mesma família também foram atingidos. Em um dos apartamentos mora o motoboy Paulo Barbosa Siqueira, de 25 anos. Ele estava fora quando o desabamento ocorreu, por volta das 22h50.

“No momento eu tinha ido buscar minha irmã no serviço por causa da chuva. Quando curvei aqui para entrar  no prédio, já tinha caído tudo”, conta Barbosa.

Segundo ele, moradores precisaram improvisar uma rota de fuga entre apartamentos para escapar: “Teve gente que pulou de dois apartamentos para poder ir para o outro. Aí a gente fez o caminho. Isso, salvamos todo mundo. Ninguém veio ajudar a gente. Eu e um policial militar que fizemos o caminho para salvar todos.”

Um vizinho, que trabalhava como policial penal , morreu no episódio. “A gente perdeu um policial do nosso prédio.”, lamenta Paulo.

Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - Deslizamento de terra do Morro do Cristo, ocorrido durante a tempestade de segunda-feira, 23 de fevereiro, no Bairro Paineiras. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Chuvas em Juiz de Fora provocam deslizamentos de terra no Bairro Paineiras – Foto Rovena Rosa/Agência Brasil

Desde então, os moradores aguardam autorização para entrar nos imóveis e retirar documentos e pertences. O acesso permanece interditado por risco estrutural :

“A gente quer pegar o básico, documento, roupa. A gente está sem nada, de favor na casa dos outros. A gente está usando roupa dos outros. Sem nada para comer.”

Paulo afirma que, até então, não havia um posicionamento formal sobre a situação dos prédios: “Até agora a Defesa não deu um parecer para a gente, nem bombeiro.”

Ele relata dificuldades para se alimentar e dormir desde a tragédia. “Desde o dia do acontecimento, eu não como, não consigo comer. Nem dormindo direito a gente está.”

Moradores também denunciam saques durante a madrugada nos imóveis interditados. “Porque de madrugada, quando o pessoal para de trabalhar, estão vindo roubar, saquear nosso prédio.

Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - Deslizamento de terra do Morro do Cristo, ocorrido durante a tempestade de segunda-feira, 23 de fevereiro, no Bairro Paineiras. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Moradores denunciam saques nos imóveis interditados – Foto Rovena Rosa/Agência Brasil

Os deslizamentos no Paineiras atingiram dois pontos distintos, em ruas próximas. Em uma delas, onde ficam casarões e prédios de classe média, ocorreram danos estruturais e uma morte. Na rua seguinte, equipes de resgate atuaram intensamente após registros de vítimas e desaparecimento, incluindo o caso de Pietro, de 9 anos, encontrado no sábado. Fonte: Agência Brasil

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Imagem por: Arnaldo Neto/AEN

Um caminhão baú e uma carreta seguiram para Belo Horizonte, em Minas Gerais, levando colchões, 300 kits de kits de limpeza e 300 kits de higiene. Medida foi determinada pelo governador Ratinho Junior

O Governo do Estado do Paraná enviou neste sábado (28) um caminhão baú e uma carreta com ajuda humanitária para Belo Horizonte, em Minas Gerais, para atender as vítimas das enchentes do começo da semana passada naquele Estado. A medida foi determinada pelo governador Ratinho Junior.

A ajuda conta com 300 colchões, 384 kits de limpeza (saco plástico, vassoura, rodo, pá coletora de lixo, sabão em barra, balde, sabão em pó, pano de limpeza, saco de lixo, luva de borracha, esponja de limpeza multiuso e esponja de aço) e 324 kits de higiene (para uma família de quatro pessoas com sabonete pasta e escova dental, toalha de banho, papel higiênico e absorvente higiênico).

“Por determinação do governador Carlos Massa Ratinho Júnior, a Defesa Civil Estadual está encaminhando ao estado de Minas Gerais a ajuda humanitária, composta por colchões e kits de higiene, dormitório e limpeza. A ação é a solidariedade do Governo do Estado ao povo mineiro. A nossa previsão é que amanhã a gente entregue esse material em Belo Horizonte para que seja distribuído às famílias da zona na Mata Mineira atingida pelas fortes chuvas”, disse o Coronel Ivan, da Defesa Civil do Estado do Paraná.

Até a tarde deste sábado chegava a 66 o número de mortes em decorrência das enchentes em Minas Gerais. São 60 vítimas fatais em Juiz de Fora e seis em Ubá, ambos municípios da Zona da Mata Mineira, segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. Três pessoas ainda seguem desaparecidas, sendo duas em Ubá e uma em Juiz de Fora.

As chuvas causaram alagamentos e deslizamentos de terras e os bombeiros trabalham para buscar sobreviventes e para retirar os corpos em meio aos escombros.

Em Juiz de Fora, segundo a prefeitura, mais de 4,2 mil pessoas estão desabrigadas e desalojadas e foram registradas 2.149 ocorrências pela Defesa Civil . Em Ubá, são pelo menos 421 desabrigados e desalojados.

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Imagem por:Caio Andrade/Canal 38

Foi confirmada na tarde deste domingo (1º), pela Polícia Civil em Arapongas, a morte da mulher baleada durante confronto com a equipe da Rotam na noite de sábado (28), na Rua Tetraz, esquina com a Rua Tinguaçu.

A vítima foi identificada como Tatiane Vandressa Farani, de 35 anos. Ela havia sido socorrida em estado grave e encaminhada ao Hospital Honpar 2, mas não resistiu aos ferimentos. O homem envolvido no confronto, Igor Viana Silvestre, de 20 anos, já havia entrado em óbito ainda na ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

De acordo com a Polícia Militar, a situação teve início durante patrulhamento da Rotam nos bairros Jardim Baronesa e Vila Sampaio, após denúncia de que um casal estaria ameaçando um morador.

Conforme relatado pelo Subtenente Audair, ao localizar o veículo e tentar realizar a abordagem, os ocupantes estariam armados e teriam reagido.

“No momento em que foram realizar a abordagem, os indivíduos estavam armados, reagiram à abordagem, desobedeceram às ordens e acabaram confrontando com a equipe. Diante da injusta e iminente agressão, a equipe cessou a agressão mediante disparos de arma de fogo”, afirmou anteriormente o subtenente.

Segundo o SAMU, o homem apresentava duas perfurações — no tórax e na região do flanco — e entrou em parada cardíaca dentro da ambulância. Foram realizados cerca de 40 minutos de manobras de reanimação, mas sem sucesso. A mulher tinha três perfurações na região do abdômen e foi encaminhada em estado gravíssimo ao hospital, onde morreu nesta tarde de domingo.

Ainda conforme informações das forças de segurança, Igor possuía 10 passagens por tráfico de drogas e uma por posse de entorpecentes. Tatiane tinha sete passagens, também por tráfico.

Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) para os procedimentos legais. A ocorrência contou com apoio da Guarda Municipal, e o caso segue sob apuração das autoridades competentes.

CONFRONTO COM A ROTAM

Confronto com a Rotam termina com um morto e uma mulher baleada em Arapongas

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Com vitória por 2 a 0 sobre Venezuela, equipe levanta taça.

A Seleção Feminina Sub-20 é campeã do Sul-Americano da categoria. A conquista foi confirmada com a vitória sobre a Venezuela por 2 a 0 neste sábado (28).

Esse foi o 11º título Sul-Americano da seleção e o primeiro sob o comando da técnica Camilla Orlando. Tainá e Clarinha marcaram os gols do jogo, disputado na cidade de Ypané (Paraguai). 

Além do título, o Brasil se classificou para o Mundial da categoria, ao lado do Equador, da Argentina e Colômbia. A competição será na Polônia, em setembro.

Durante o torneio, a seleção foi a segunda colocada do Grupo B na 1ª fase, com nove pontos em quatro partidas. Já na fase final, o Brasil foi venceu quatro das cinco partidas.

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Paulistas batem Minas por 3 a 1 na decisão e levam taça.

O Osasco São Cristóvão Saúde é campeão da Copa do Brasil de vôlei feminino.

Neste sábado (28.02), no ginásio do Coringão, em Londrina (PR), a equipe comandada por Luizomar de Moura derrotou o Gerdau Minas por 3 sets a 1 (25/23, 26/28, 25/20 e 25/17) e faturou o título da Copa Brasil Feminina de Vôlei 2026.

A oposta argentina Bianca Cugno foi a maior pontuadora da decisão com 23 acertos.

O título deixou também o Osasco como o maior vencedor da Copa Brasil Os paulistas somam 5 taças e o Sesc Flamengo aparece com quatro títulos. 

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Eclipse está marcado para iniciar às 5h44.

Um novo eclipse lunar está previsto para o dia 3 de março. O fenômeno sempre mobiliza curiosos e especialistas, mas, desta vez, o Brasil não estará na melhor posição geográfica para acompanhar o espetáculo completo da chamada Lua de sangue.

O fenômeno ocorre quando há um alinhamento preciso entre Sol, Terra e Lua.

“A Terra se coloca entre o Sol e a Lua. Então a Lua fica atrás da sombra que a Terra projeta. É um alinhamento desses três corpos”, explica o astrônomo Thiago Signorini Gonçalves, diretor do Observatório do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Segundo ele, no eclipse parcial vemos a sombra da Terra avançando sobre o disco lunar, como se fosse “uma mordida” escurecendo a Lua cheia. Já no eclipse total ocorre o fenômeno mais aguardado.

“Quando ela está perfeitamente alinhada, a luz do Sol não consegue mais chegar diretamente à superfície da Lua. Mas atravessa a atmosfera da Terra antes de chegar lá. Só a parte vermelha da luz consegue passar, enquanto a azul é espalhada. Por isso a Lua fica avermelhada, como no pôr do sol”, afirma.

O apelido Lua de sangue, segundo o astrônomo, é mais uma expressão de impacto popular do que um termo científico, mas traduz bem o efeito visual provocado pela filtragem atmosférica.

A notícia, porém, não é animadora para a maior parte do território brasileiro.

“Infelizmente, na maior parte do Brasil a gente só vai ver o eclipse penumbral, que é um leve escurecimento da Lua cheia e que é um efeito difícil de perceber”, diz Thiago.

Em cidades como São Paulo e Brasília, o fenômeno ocorre por volta das 6h da manhã, já com a Lua muito baixa no horizonte oeste e pouco antes de o nascer do Sol, o que dificulta ainda mais a observação.

A situação melhora levemente na região Norte. No Acre, Rondônia e oeste do Amazonas, será possível acompanhar parte do eclipse parcial. “No Acre, por volta das 5h da manhã, já começa a ser possível perceber a sombra avançando. O máximo do encobrimento ocorre perto das 5h45, quando quase toda a Lua estará coberta”, explica.

Ainda assim, ele ressalta que o Brasil não é o melhor ponto do planeta para este eclipse. As condições ideais estarão no Pacífico, em regiões como a Nova Zelândia e ilhas como Fiji, onde a totalidade será plenamente visível.

Etapas

A astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional , detalha que todo eclipse total da Lua passa por cinco etapas: penumbral, parcial, total, parcial e penumbral novamente.

“O eclipse penumbral ocorre quando a Lua entra na sombra mais clara da Terra. Nessa fase, quase não percebemos diferença no brilho. Depois, quando começa a entrar na sombra escura, tem início o eclipse parcial, quando vemos a Lua ficando cada vez mais escura, em formato de mordidinha”, explica.

O eclipse total acontece quando a Lua está completamente imersa na umbra — a parte mais escura da sombra terrestre.

No caso do eclipse de 3 de março, porém, o Brasil verá apenas as fases iniciais. “Quando a Lua estiver totalmente eclipsada, ela já estará abaixo do horizonte para nós. O Brasil não vai ver o eclipse total”, afirma Josina.

Cronograma (horário de Brasília):

  • 5h44 – início do eclipse penumbral
  • 6h50 – início do eclipse parcial
  • 8h04 às 9h02 – fase total (não visível no Brasil)

Quanto mais a oeste a localização, maior será a porcentagem de obscurecimento. No extremo oeste do país, o encobrimento poderá chegar a 96% — muito próximo da totalidade, mas ainda tecnicamente classificado como parcial.

Segundo a astrônoma, eclipses lunares são relativamente frequentes no Brasil, mas  teremos  que esperar para rever um espetáculo completo. “Somente na noite de 25 para 26 de junho de 2029 o Brasil terá um eclipse total da Lua com todas as fases visíveis em todo o país”, destaca Josina.

Ainda em 2026 haverá um eclipse parcial quase total (93% de magnitude) visível em todo o território nacional, na noite de 27 para 28 de agosto. Em 2027, os três eclipses previstos serão apenas penumbrais. Já em 2028 haverá eclipses parciais, mas nenhum total visível no Brasil.

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A Guarda Municipal de Arapongas realizou diversas ações neste sábado (28), envolvendo patrulhamento preventivo, resgate de animais silvestres e fiscalização de trânsito.

🟢 Resgate de maritaca na Vila Araponguinha

Por volta das 8h42, a equipe foi acionada pela Central para comparecer à Rua Quetzal, na Vila Araponguinha, onde havia uma ave silvestre (maritaca) no quintal de uma residência.

No local, a equipe da GDA constatou que a ave havia saído recentemente do ninho e não conseguia voar. O animal foi recolhido e encaminhado para atendimento no Hospital Veterinário da UNIFIL, em Londrina, onde ficou sob os cuidados da instituição.

🚗 Veículo com débitos e restrição judicial é removido

Já às 12h07, durante patrulhamento pela Avenida Maracanã, na Vila Industrial, a equipe visualizou um veículo já conhecido no meio policial devido a denúncias anteriores.

Foi realizada abordagem para fiscalização, sendo identificado como condutor pai do proprietário do automóvel. Após checagem no sistema, nada constava em desfavor do motorista, que estava devidamente habilitado.

No entanto, foi constatado que o veículo apresentava débitos pendentes referentes ao licenciamento, além de restrição judicial de circulação oriunda do Tribunal de Justiça do Paraná, Comarca de Apucarana – 2ª Vara Cível e da Fazenda Pública.

Diante das irregularidades administrativas e da restrição judicial, o veículo foi removido ao pátio da 7ª CIPM, mediante guincho, para as providências legais cabíveis.

🐍 Captura de cobra verde no Jardim San Raphael

Por volta das 12h54, a equipe atendeu nova solicitação repassada pela SEASPMA, na Rua Andorinha Grande, no Jardim San Raphael, onde havia uma cobra verde no quintal de uma residência.

A equipe realizou a captura do animal e efetuou a soltura em área rural com vegetação nativa, considerada habitat ideal para a espécie.

Após os atendimentos, a equipe retornou ao patrulhamento preventivo de rotina no município.

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Uma ocorrência de violência doméstica foi registrada na noite deste sábado (28), por volta das 20h31, na Rua Perdizes, na região central de Arapongas.

Conforme relato da solicitante à equipe policial, seu companheiro compareceu à residência apresentando sinais visíveis de embriaguez e iniciou uma discussão motivada por ciúmes. Durante o desentendimento, o homem teria acusado a vítima de manter relacionamento com outra pessoa e proferido expressões ofensivas contra sua honra, atingindo sua dignidade.

Após as ofensas, o autor deixou o local antes da chegada da equipe policial e não foi localizado.

De acordo com a análise preliminar, os fatos se enquadram, em tese, no crime de injúria, previsto no artigo 140 do Código Penal. Por ter ocorrido no âmbito de relação íntima de afeto, o caso também se enquadra na Lei Maria da Penha, que prevê medidas específicas para proteção da vítima em situações de violência psicológica e moral.

A mulher foi orientada quanto aos seus direitos, inclusive sobre a possibilidade de requerer medidas protetivas de urgência, devendo procurar a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher para formalizar o pedido.

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