Imagem por: Francisco Trevisan/GBMar

Três náufragos que também estavam no barco foram resgatados com vida

O naufrágio de uma embarcação em Ubatuba, no Litoral Norte, durante as fortes chuvas registradas na noite deste sábado (21) deixou duas pessoas mortas. Outros três náufragos que estavam no barco foram resgatados com vida por tripulantes de outra embarcação que navegava na mesma área, próximo ao bairro de Ponta Grossa, de acordo com as informações do Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar).

A chuva provocou ainda o alagamento de cerca de 400 casas na cidade, resultando em 15 famílias desabrigadas e 15 desalojadas. Três escolas ficaram alagadas: EMEI Professora Alba Regina Torraque da Silva e a Escola José de Souza Simeão, no bairro Taquaral; e a Escola Nativa Fernandes de Faria, no Sertão da Quina. Segundo a Defesa Civil o índice pluviométrico na cidade atingiu ao 151 milímetros (mm).

O trecho entre o quilômetro (Km) 80 e Km 84 da Rodovia Oswaldo Cruz (SP-125), na Serra de Ubatuba, foi interditado. Entre o Km 64 ao 69, acesso ao trecho de Serra em Ubatuba, há três pontos de interdição. O local foi sinalizado e o tráfego desviado para a SP-099 Rodovia dos Tamoios. As equipes do Departamento de Estradas de Rodagem (DRE) trabalham para liberar a rodovia.

Litoral Sul
Em Peruíbe a chuva chegou aos 97 mm acompanhada de vendaval, gerando enxurrada, alagamento, deslizamento de terra e solapamento de vias, com interdição temporária da Serra do Guaraú. Uma pessoa teve ferimentos leves e outra ficou desabrigada e foi levada ao abrigo da prefeitura.

Em Mongaguá a chuva intensa, com ventos fortes, provocou pontos de alagamento e quedas de árvores, mas não deixou vítimas, desalojados nem desabrigados.

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Imagem por:Mauro Berg/PMPR

Também houve queda expressiva no número de pessoas feridas, de 100 para 72 (redução de 28%), além da diminuição no número de óbitos, de 17 em 2025 para 9 em 2026, queda de 47%.

Com atuação intensa da Polícia Militar (PMPR) na fiscalização, o Paraná registrou queda de acidentes do Carnaval de 2026 em comparação com o ano anterior. Os sinistros de trânsito passaram de 89 em 2025 para 76 neste ano, representando redução de quase 15%.

Também houve queda expressiva no número de pessoas feridas, de 100 para 72 (redução de 28%), além da diminuição no número de óbitos, de 17 em 2025 para 9 em 2026, queda de 47%.

Durante as fiscalizações, foram registradas 8.072 infrações de trânsito em 2026, número inferior ao de 2025, quando houve 8.629 autuações. As abordagens relacionadas à embriaguez ao volante também caíram, passando de 483 em 2025 para 351 em 2026, indicando impacto positivo das ações preventivas e repressivas.

As ações nas rodovias estaduais durante o Carnaval 2026 aconteceram entre os dias 13 e 18 de fevereiro, com foco na prevenção de acidentes e na preservação de vidas. A atuação integrada foi feita com reforço do efetivo e uso de tecnologia.

ALERTA – Por outro lado, um indicador acende sinal de alerta para as autoridades de trânsito. As infrações relacionadas à falta do uso do cinto de segurança e de dispositivos de retenção infantil apresentaram crescimento. O número de autuações passou de 974 em 2025 para 1.203 em 2026, um aumento de 23,5%.

Durante a operação, a PMPR também realizou 3.041 testes de etilômetro, além de empregar radares para coibir o excesso de velocidade, medidas consideradas fundamentais para a prevenção de acidentes graves.

“Nosso foco é a preservação da vida. Cada fiscalização, cada abordagem e cada orientação têm o objetivo de fazer com que motoristas e passageiros cheguem com segurança aos seus destinos”, afirma o capitão da PMPR Sidinei Hudach.

LITORAL – No Litoral do Estado, que recebe grande fluxo de turistas durante o Carnaval, os resultados também foram positivos na comparação com 2025. O número de sinistros de trânsito caiu de 14 para 10, enquanto o total de pessoas feridas diminuiu de 14 para apenas 2. Assim como no ano anterior, não houve registro de óbitos nas rodovias estaduais da região.

As infrações por embriaguez ao volante no Litoral também diminuíram, passando de 375 em 2025 para 193 no Carnaval de 2026. O cenário reforça o impacto das ações preventivas, do policiamento ostensivo e do emprego de tecnologia ao longo da operação, garantindo maior segurança viária em um dos períodos de maior movimentação nas estradas do Paraná.

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Imagem por: Alexandre Campbell/IMPA

Gestores devem declarar dados pelo Sistema Educacenso até 30 de março

As escolas de educação básica de todo o país, públicas e privadas, já podem fazer a declaração da segunda etapa do Censo Escolar 2025, que trata da situação dos alunos durante a primeira etapa da coleta da pesquisa.

Nessa etapa, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) incorpora as informações de rendimento, se aprovado ou reprovado, de cada estudante matriculado e previamente declarado e a possível movimentação dos estudantes como transferência, abandono ou óbito ao término do ano letivo de 2025.

Os gestores das escolas de educação básica devem preencher a declaração por meio do Sistema Educacenso até o dia 30 de março.

Censo Escolar
O Inep explica que o Censo Escolar é a principal pesquisa estatística da educação básica. E a etapa de Declaração da Situação do Aluno é considerada essencial para o cálculo de indicadores educacionais, como as taxas de rendimento e de abandono escolar.

O governo federal também usa os dados para o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), em conjunto com o desempenho no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

O Inep alerta que possíveis inconsistências na informação sobre rendimento dos estudantes (aprovação e reprovação) e sobre a movimentação (transferência e abandono) podem comprometer o resultado e distorcer a realidade da instituição e da rede de ensino.

Documentação
As informações declaradas na Situação do Aluno devem ter como referência a documentação existente na escola, tais como diários de classe, controle de frequência, fichas de matrícula, registros de transferência, históricos escolares, entre outros, garantindo, assim, a máxima confiabilidade no preenchimento do Censo Escolar.

A documentação pode ser solicitada a qualquer momento pelo Ministério da Educação (MEC), pelo Inep, pelo Ministério Público e/ou por órgãos de controle, acompanhamento e fiscalização.

A inclusão de informação inadequada, se comprovada omissão ou comissão, dolo ou culpa, está sujeita a processos administrativos, civis e penais, adeverte o Inep.

As escolas que iniciaram as atividades após a data de referência do Censo Escolar – escolas novas ou escolas que estavam paralisadas e retornaram ao funcionamento – devem, se houver, admitir os estudantes declarados em outras unidades na primeira etapa, mas que se matricularam posteriormente na nova unidade.

Cronograma da segunda etapa do Censo Escolar 2025:

coleta: 19 de fevereiro a 30 de março;
disponibilização de relatórios preliminares: 31 de março de 2026; e
retificação: 31 de março a 14 de abril.
O Inep disponibiliza em seu site o material com instruções para o preenchimento da declaração ao Censo Escolar. O documento Caderno de conceitos e orientações da 2ª etapa do Censo Escolar 2025 | Situação do aluno está acessível no site do Inep.

Educação básica
A educação básica no Brasil é regulamentada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Essa primeira etapa educacional visa a formação cidadã dos indivíduos brasileiros e compreende três etapas sequenciais e obrigatórias, dos 4 aos 17 anos de idade:

educação infantil: creches e pré-escola, para crianças de 0 a 5 anos e 11 meses de idade, sendo obrigatória para aquelas de 4 e 5 anos;
ensino fundamental I e II: duração de nove anos, com estudantes de 6 a 14 anos;
ensino médio regular: duração mínima de três anos, com estudantes de 15 a 17 anos.
Há ainda os alunos das modalidades da EJA e de cursos da educação técnico-profissional.

Censo Escolar
Anualmente, o Censo Escolar da Educação Básica é coordenado pelo Inep e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país.

O levantamento abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, Educação de Jovens e Adultos (EJA); Educação Profissional e Tecnológica (EPT); e a educação especial inclusiva, voltada a estudantes com deficiência, estudantes autistas e com altas habilidades ou superdotação.

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Uma ocorrência de lesão corporal mobilizou equipes da Polícia Militar na tarde de sábado (21), na Rua Santa Luzia, em Mauá da Serra. O caso veio à tona após duas vítimas darem entrada no Hospital Municipal do município com ferimentos causados por arma branca.

Segundo a Polícia Militar, uma mulher de 27 anos apresentava ferimento na região da virilha, enquanto uma adolescente de 13 anos sofreu lesão na coxa esquerda. A mãe da menor acompanhava o atendimento médico no hospital.

Em conversa com os policiais, as vítimas relataram que haviam sido convidadas para um churrasco na residência de uma mulher de 51 anos. No entanto, ao chegarem ao local, teriam sido surpreendidas por uma adolescente de 17 anos, que estaria armada com um canivete e passou a desferir golpes contra as pessoas presentes.

Ainda conforme os relatos, o desentendimento teria sido motivado por um possível envolvimento amoroso entre um homem de 43 anos, ex-companheiro da adolescente apontada como autora, e a mulher de 27 anos que ficou ferida. Durante a confusão, além das duas vítimas iniciais, a própria dona da residência também foi atingida por um golpe de arma branca na região genital, afirmando não saber quem desferiu o ferimento.

Posteriormente, a equipe policial retornou até a residência onde ocorreu o churrasco, ocasião em que a proprietária confirmou a versão apresentada pelas demais envolvidas, reiterando que a adolescente de 17 anos teria utilizado um canivete durante as agressões.

As vítimas foram orientadas quanto aos procedimentos legais cabíveis. A Polícia Militar realizou diligências e patrulhamento nas imediações, porém, até o momento do registro da ocorrência, a suspeita não havia sido localizada. O caso foi encaminhado para as providências pertinentes.

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Imagem por:Roberto Dziura Jr/AEN

Nas 25 cidades da Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão (Comcam), 43% dos equipamentos previstos já foram entregues, incluindo os maquinários que fizeram parte das agendas oficiais desta sexta-feira (20) em Campo Mourão, Altamira do Paraná e Roncador.

A frota de máquinas agrícolas de linha amarela das prefeituras do Centro-Oeste do Paraná está sendo renovada em ritmo acelerado. Nas 25 cidades da Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão (Comcam), 43% dos equipamentos previstos já foram entregues, incluindo os maquinários que fizeram parte das agendas oficiais desta sexta-feira (20) em Campo Mourão, Altamira do Paraná e Roncador.

Cada município, independentemente do porte, pode acessar valores que giram em torno de R$ 3,7 milhões para escolher os equipamentos mais adequados à sua realidade local, como motoniveladoras, tratores de esteira, escavadeiras hidráulicas, retroescavadeiras, caminhões basculantes e rolos compactadores. Os recursos são repassados pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

Roncador recebeu dois caminhões, uma pá carregadeira, duas retroescavadeiras e um rolo compactador. Campo Mourão conquistou quatro caminhões, duas retroescavadeiras e uma motoniveladora e Altamira do Paraná agora tem uma frota com um caminhão, uma pá carregadeira, duas retroescavadeiras, um rolo compactador e uma escavadeira.

“Todos os prefeitos já compraram as suas máquinas. Não ficou nenhum município para trás. Lá em Iretama, as máquinas estão trabalhando já faz 3 ou 4 meses. Em alguns municípios, as máquinas ainda estão chegando. O Brasil inteiro está fabricando máquinas para o Paraná e não vence entregar. É a maior compra de máquinas agrícolas da história do Brasil”, disse o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Marcio Nunes.

O secretário de Estado das Cidades, Guto Silva, esteve presente nos eventos e celebrou a cooperação feita entre Estado e municípios. “É a maior parceria da história do Governo com os municípios. É bastante recurso nas mais diferentes áreas para melhorar a vida das pessoas. E isso naturalmente passa por dotar a cidade com maquinário para trabalhar na infraestrutura”, comemorou.

O prefeito de Campo Mourão, Douglas Fabrício, projetou a continuidade no atendimento à área rural. “As máquinas agrícolas estão começando a chegar. Vai revolucionar o atendimento que temos na área rural. Já fazemos um extraordinário trabalho, e agora vamos poder continuar manter esse trabalho para a área rural, que é a capital do agronegócio aqui”, explicou.

A prefeita de Roncador, Marília Gonçalves, destacou o planejamento feito pelo Governo do Estado para que as políticas públicas estaduais atendam os municípios com efetividade.

“O município, sozinho, não tem a condição de comprar equipamentos nesse valor. Vamos deixar claro, tanto os equipamentos quanto os asfaltos tem custo zero para os municípios. As máquinas vão ajudar na conservação e manutenção das nossas estradas, que são mais de mil quilômetros em Roncador”, destacou.

“O equipamento, sem dúvida nenhuma, foi uma genialidade pela forma com que ele chegou pra nós. É muito difícil distribuir para 399 municípios, e o Estado foi muito criativo para que possibilitar que o prefeito escolha qual equipamento que lhe convém e fazer a sua própria licitação”, complementou.

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A comunidade de Apucarana recebeu com tristeza, neste domingo (22), a notícia do falecimento do advogado Armando Guadanhini, conhecido carinhosamente como Dr. Gabi, aos 72 anos. Profissional respeitado e figura marcante na advocacia regional, ele enfrentava um câncer.

Em uma mensagem comovente, o filho comunicou a perda e expressou o sentimento da família:

“Com grande pesar e o coração consternado, anuncio o falecimento do meu pai, Armando Guadanhini, popularmente conhecido como Dr. Gabi.”

Armando Guadanhini deixa a esposa, a professora e pedagoga Dalva Guadanhini, três filhos e quatro netos.

O velório será realizado na Capela Mortuária de Apucarana. O horário ainda será divulgado pela família. Familiares e amigos se reúnem para prestar as últimas homenagens.

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Um grave acidente náutico deixou seis mortos na noite deste sábado (21), na região entre Rifaina e Sacramento, na divisa entre São Paulo e Minas Gerais. A embarcação colidiu contra um píer no Rio Grande e tombou durante a navegação noturna.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, o pelotão de Sacramento foi acionado por volta das 22h30. Quando as equipes chegaram, sobreviventes já haviam sido retirados da água por populares e pela Guarda Civil Municipal de Rifaina. As vítimas fatais também já haviam sido resgatadas por um mergulhador que estava na região.

Vítimas identificadas

As seis vítimas que morreram afogadas foram identificadas como:

  • Wesley Carlos da Costa, 45 anos

  • Juliana Fernanda, 41 anos

  • Viviane Aredes, 35 anos

  • Bento Aredes, 4 anos

  • Marina Rodrigues, 22 anos

  • Erika Fernanda Leal Lima, 41 anos

Todas eram moradoras de Franca (SP).

De acordo com o boletim de ocorrência, três das vítimas utilizavam colete salva-vidas no momento do acidente. Outras três pessoas foram socorridas com ferimentos leves, encaminhadas a uma unidade de saúde em Rifaina e liberadas após atendimento. Ao todo, nove ocupantes sobreviveram.

Dinâmica do acidente

Conforme relato do sargento Vicente de Paula Teixeira Júnior, responsável pela ocorrência, o grupo retornava de um bar flutuante e seguia em direção a um rancho quando a lancha, com 15 ocupantes, atingiu frontalmente um píer. Sobreviventes informaram que a estrutura não possuía sinalização nem iluminação visível no momento da colisão.

Com o impacto, a embarcação tombou, arremessando ocupantes na água.

Ainda segundo os bombeiros, o piloto da lancha não possuía arrais — habilitação obrigatória para condução de embarcações, emitida pela Marinha do Brasil.

Investigação

Em nota, a Capitania Fluvial do Tietê-Paraná informou que enviou equipe de peritos ao local para iniciar o Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN).

O procedimento irá apurar as causas, circunstâncias e possíveis responsabilidades pelo acidente. O prazo inicial para conclusão é de 90 dias, podendo ser prorrogado.

A tragédia comoveu moradores da região e a cidade de Franca, de onde eram todas as vítimas.

 

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Já às 10h26, a Guarda Municipal foi informada sobre um atropelamento envolvendo uma idosa na Avenida Arapongas. Segundo a denúncia, o condutor de um VW/Gol prata teria atingido a vítima e fugido sem prestar socorro.

A equipe iniciou patrulhamento e localizou o veículo estacionado na garagem de uma residência na Rua Capitão do Mato. No local, um homem de 35 anos assumiu ter se envolvido no atropelamento e admitiu ter deixado o local.

Ele alegou que saiu por receio de sofrer agressões de populares e por estar acompanhado das duas filhas menores no momento do acidente, afirmando que pretendia se apresentar posteriormente à polícia.

Diante da materialidade e da autoria confessada, o indivíduo foi encaminhado à 5ª Central de Flagrantes para as providências legais cabíveis. Não houve necessidade do uso de algemas, já que não apresentou resistência.

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