A Guarda Municipal de Arapongas realizou, na sexta-feira (02), duas ações distintas no município, envolvendo abordagem preventiva e atendimento relacionado à medida protetiva, ambas no centro da cidade.
Abordagem durante patrulhamento
Por volta das 15h15, a equipe MOTOS realizava patrulhamento de rotina pela Avenida Arapongas quando abordou um indivíduo. Durante a fiscalização, o abordado informou espontaneamente ter feito uso recente de substância entorpecente, além de relatar que se encontra em período de saída temporária (“saidinha”) do sistema prisional.
Foi realizada busca pessoal, não sendo localizado qualquer objeto ilícito. O indivíduo apresentava-se consciente e orientado, porém com sinais compatíveis com uso recente de entorpecentes. Diante da situação, ele foi orientado quanto às medidas legais e liberado no local.
Atendimento de medida protetiva e apoio social
Já às 17h14, na Rua Flamingos, a equipe da Patrulha Maria da Penha da GM prestou atendimento relacionado a medida protetiva. A ação ocorreu no Refúgio das Marias, onde a equipe conduziu a vítima para visita à filha de 1 ano, acolhida em uma Casa Lar, conforme previamente acordado com a coordenação do local.
Durante o atendimento, a coordenadora solicitou apoio para o encaminhamento da criança ao Pronto Atendimento Infantil (PAI), devido a crises frequentes de choro e sinais de nervosismo. A mãe acompanhou o atendimento para prestar informações médicas. A criança passou por avaliação e exames, sendo posteriormente liberada.
A equipe também acompanhou a vítima até a UPA, onde recebeu atendimento médico por estar emocionalmente abalada, além de apresentar possibilidade de crise de abstinência, já que é usuária e se encontra em regime de acolhimento institucional. Após avaliação e exames, a vítima recebeu alta médica com prescrição de medicamentos.
O atendimento contou ainda com o apoio da Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar. As informações sobre a medicação prescrita foram repassadas à Secretaria da Mulher, para providências quanto ao fornecimento e controle dos medicamentos no abrigo.
Segundo a GM, apesar do abalo emocional inicial — motivado pelo acolhimento institucional da filha por decisão do Conselho Tutelar —, a vítima demonstrou-se tranquila e satisfeita com o atendimento e acolhimento recebidos.