Durante a sessão da Câmara Municipal de Apucarana realizada na quinta-feira (19), o vereador Guilherme Livoti avaliou os trabalhos do Legislativo e comentou os projetos debatidos ao longo da noite, classificando a reunião como extensa, porém produtiva em pontos relevantes.

“Foi uma sessão bastante cansativa, com várias discussões sobre requerimentos e moções. Acabou ficando um pouco desgastante, mas tivemos situações proveitosas e alguns projetos importantes foram votados”, afirmou.

O parlamentar lamentou que um projeto de sua autoria não tenha avançado na pauta. Segundo ele, o programa “De Volta pro Meu Lar”, voltado ao enfrentamento da situação de pessoas em vulnerabilidade social em Apucarana, recebeu pedido de vista e deverá retornar para discussão nas próximas sessões. “Espero que possamos votar com a seriedade que ele merece, assim como outros projetos que tratam da situação de rua em nossa cidade”, destacou.

Outro ponto abordado por Livoti foi um novo projeto relacionado aos fios soltos e inutilizados em postes da Copel, tema que, segundo o vereador, tem gerado inúmeras reclamações da população.

Ele explicou que a proposta foi construída em conjunto com o IDPLAN, com contribuição técnica do engenheiro eletricista Newton Forneciari, presidente da entidade.

“O projeto cria uma plataforma para que a Copel receba as reclamações, estabelece prazos concretos e define responsabilidades. Se for uma situação que coloque em risco a vida das pessoas, como já aconteceu em acidentes aqui na cidade, a solução precisa ocorrer em até 24 horas”, afirmou.

O vereador citou, inclusive, um acidente envolvendo o jornalista César Neves para reforçar a urgência da proposta. De acordo com o texto, caso a empresa responsável pelo fio não resolva o problema dentro do prazo estipulado, a Copel deverá intervir. Persistindo a irregularidade, caberá ao município executar o serviço e posteriormente cobrar os custos das empresas responsáveis.

Para situações consideradas apenas estéticas, o projeto prevê prazo de até 30 dias para retirada dos fios, além da aplicação de multas em caso de descumprimento.

“A gente quer colocar um fim nessa bagunça e garantir que isso seja realmente executado”, concluiu Guilherme Livoti.

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