Imagem por: Naviap foi inaugurado em Apucarana há 3 anos e presta apoio emocional via telefone

Amanhã, dia 22 de janeiro, o Núcleo de Apoio à Vida de Apucarana (Naviap) completa três anos de atividade no município.

A entidade, que é uma base do Centro de Valorização da Vida (CVV) na Cidade Alta, presta apoio emocional, via telefone, todos os dias. Desde a sua criação, voluntários se revezam no atendimento, somando mais de 5. 500 horas de apoio emocional. Ao todo, 21 voluntários se dedicam à iniciativa, que mantém em sigilo o teor das ligações.

Fundado por Aída Santos Assunção, que também preside a entidade, o Naviap nasceu com o propósito de oferecer apoio emocional a quem precisa, através do telefone 188 (CVV), fortalecendo a rede de cuidado e prevenção ao suicídio. “Já se passaram praticamente três anos e, neste período, o projeto se manteve graças a dedicação dos voluntários e apoio da comunidade, inclusive por meio de contribuições financeiras que viabilizam a manutenção do espaço e das atividades”, pontua Aída.

Para a presidente do Naviap, a celebração da data é motivo de gratidão. “Primeiro, agradeço a Deus pela oportunidade de implantar esse projeto em Apucarana. Agradeço aos voluntários, aos amigos e a todas as pessoas que acreditam e contribuem para que esse trabalho aconteça. Em três anos, ultrapassamos 5.500 horas de apoio emocional, e isso não tem preço. É ajuda que chega direto a quem precisa”, afirma.

CAPACITAÇÃO – “O Naviap representa não apenas um serviço à comunidade, mas também um compromisso pessoal com o cuidado ao próximo, reforçando a importância da solidariedade e da escuta, em especial em momentos de vulnerabilidade emocional”, complementa, observando que estão abertas uma nova turma para o Programa de Seleção de Voluntários (PSV). As inscrições podem ser feitas no site do CVV, na aba seleção de voluntários (www.cvv.org.br/inscricao-para-novos-voluntarios). A capacitação será realizada no formato online no final de março.

AÇÕES PREVENTIVAS – Ainda segundo Aída, o Naviap, neste período, também reforçou as ações de prevenção ao suicídio, em especial durante o Setembro Amarelo. “Assim como nos anos anteriores, fizemos várias palestras de caráter preventivo e também fixamos cartazes em escolas de 17 municípios do Núcleo Regional de Educação, em ônibus de transporte coletivo e em faculdades, divulgando o serviço prestado pelo CVV”, comenta.

“A nossa intenção é, a cada ano, ampliar o diálogo sobre a saúde mental, reduzir o tabu em torno do tema suicídio e reforçar a importância da escuta ativa e do apoio emocional. Faço questão de lembrar que este trabalho nasceu em homenagem ao meu marido, Ademilson Gomes da Silva, que, infelizmente, morreu vítima da depressão”, observa Aída.

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