sexta-feira, 20 fevereiro, 2026

Uma policial militar foi encontrada morta na manhã de quarta-feira (18), no apartamento onde morava, no bairro do Brás, região central de São Paulo. O caso foi registrado inicialmente como suicídio consumado no 8º Distrito Policial (Brás), mas posteriormente passou a constar também como morte suspeita para apuração das circunstâncias.

A vítima Gisele Alves Santana, de 32 anos, soldado da Polícia Militar. Ela era casada com o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto e deixa uma filha de 7 anos, de outro relacionamento.

De acordo com o boletim de ocorrência, o marido relatou que encontrou a esposa caída no imóvel e acionou socorro. Gisele foi encaminhada ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu.

Em depoimento à polícia, a mãe da policial afirmou que o relacionamento do casal era conturbado e relatou episódios de conflitos frequentes. Segundo ela, a filha vinha manifestando insatisfação com a relação e teria mencionado a intenção de se separar dias antes da morte.

O tenente-coronel, por sua vez, declarou que o relacionamento enfrentava dificuldades recentes, inclusive por conta de rumores envolvendo seu nome no ambiente de trabalho. Ele afirmou que, na manhã do ocorrido, conversou com a esposa sobre a possibilidade de separação e, pouco depois, ouviu um barulho no apartamento. Ao verificar a situação, encontrou a companheira desacordada.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou, em nota, que as diligências estão em andamento e que a Polícia Civil apura todas as circunstâncias do caso.

“Posteriormente, foi incluída a natureza de morte suspeita para apurar as circunstâncias do óbito da vítima”, informou a pasta.

Até o momento, o tenente-coronel não é considerado suspeito.

As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil.

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